Editora: Agir
N° de Páginas: 93
Ano: 2006 ( 48° Edição)
Livro de criança? Com certeza!
Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
O pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância.De repente retorna os sonhos. Reaparece a lembrençade questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíves na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordaçoes.O reencontro,o homem-menino.
Livro de adulto também, pois todo homem traz dentro de si o menino que foi.
O pequeno Príncipe devolve a cada um o mistério da infância.De repente retorna os sonhos. Reaparece a lembrençade questionamentos, desvelam-se incoerências acomodadas, quase já imperceptíves na pressa do dia-a-dia. Voltam ao coração escondidas recordaçoes.O reencontro,o homem-menino.
Neste livro, acompanhamos o Pequeno príncipe, que vem de um pequeno país distante e que procura um amigo...
Ele percorreu alguns outros planetas até chegar ao deserto do Saara – na Terra-
Onde encontra um viajante e assim, sem ao menos perceber, eles criam um laço.
Ao longo da história, o Pequeno príncipe busca respostas para todas as suas dúvidas e vai amadurecendo conforme vai entendendo sua real essência
A gente corre o risco de chorar um pouco quando se cativou.
Pág 81
A base deste livro é a amizade. De início, temos a impressão de que é um livro totalmente infantil devidos aos desenhos e linguagem simples , mas que nos transmitem mensagens incríveis que valem para todas as idades.
Feito de uma forma fantástica, o livro faz com que nos identifiquemos nas virtudes e falhas das pessoas. Como foi no caso do Pequeno Príncipe, ao descobrir que sua flor não era a única do mundo, mas que para ele , ela era SIM a única entre milhares.
O mais lindo desse tudo, é que o nosso Pequeno Príncipe aprende o real valor disso tudo, que é a responsabilidade em relação aqueles que ama, e o amam.
É um livro para todas as idades e ser lido diversas vezes e sempre iremos enxerga-lo de uma forma diferente.
- Quando a gente anda sempre em frente, não pode mesmo ir muito longe... Pág 16
2° Resenha feita por Kamily Sanches
“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos...”
É mais ou menos nesse sentido que caminha a história do Pequeno Príncipe.
Desde pequenos sonhamos com a tão esperada maioridade, e quando ela vem olhamos pra trás e só ai nos damos conta de como era boa nossa vida de criança. E é assim que começa essa leitura, com as memórias infantis do narrador. Já adulto, em uma viagem seu avião quebra e cai, quando ele se vê sozinho no deserto empenha-se em consertá-lo o mais depressa possível, eis que ele aparece... “Desenha-me um carneiro?”, intrigado, e mais do que isso, assustado o narrador se depara com aquela criaturinha de cabelos cor de trigo que pedia incansavelmente o tal do desenho do carneiro. Após algumas de tentativas, o desenho acaba saindo... Preocupado com sua flor ele pergunta ao narrador se carneiros comem flores, esse (que só queria saber de consertar o avião) deu umas explicações meio por cima, afim de que o garotinho parasse de fazer tantas perguntas e o deixasse concentrado no avião e ai ele se dá conta de que “o principezinho nunca esquecia a pergunta que tivesse formulado”. O conserto do avião vai ficando em segundo plano quando o pequeno começa a contar as aventura pelos planetas que visitou desde que saiu de sua casa (o Asteróide b-612) até chegar ali na terra.
Em cada personagem temos uma lição diferente, e com cada um deles vem uma nova maneira de se enxergar o mundo.
Uma leitura especial e apaixonante, e não apenas para as crianças, (por que essas ainda tem a pureza de que trata o Pequeno Príncipe) mas sim para as “pessoas grandes” que com o tempo deixam de lado o que realmente importa.
Pessoal! Comentem bastante nessa resenha, pois vai ter uma surpresa bem bacana para vocês!
Sthaelle























